Antes de saires de casa presta atenção

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Sugestão Dual (#13)

Esta semana foi ventilada na comunicação social a possibilidade de, parte do espólio do núcleo de Vila Viçosa do Museu dos Coches, ser transferido para o novo Museu dos Coches de Lisboa.

Não há confirmações oficiais, mas a ameaça paira no horizonte, dando mais uma prova de centralização e retirando cada vez mais atractivos ao interior do país.

Para quem não sabe, Vila Viçosa é uma localidade alentejana do distrito de Évora, limitado a norte e leste pelo concelho de Elvas, a sul pelo do Alandroal, a oeste pelo de Redondo e noroeste pelo de Borba.
Foi sede do Ducado de Bragança desde 1502 e residência de férias da família Real até à data da proclamação da República.

Hoje em dia a vila vive turisticamente do Paço Ducal, permitindo aos visitantes conhecer os detalhes do quotidiano Real do início do século passado.

Até à pouco tempo, estava no Palácio Ducal de Vila Viçosa a carruagem onde viajava o Rei D. Carlos quando foi assassinado no Terreiro do Paço. Por ocasião das comemorações dos 100 anos do regicídio, a carruagem foi transferida para Lisboa e a verdade é que ainda não regressou a Vila Viçosa.

Em virtude de tudo isto, a minha sugestão de hoje é uma visita à simpática Vila Viçosa com a obrigatória passagem pelo Paço Ducal. Além de ser um agradável passeio de fim-de-semana, devem aproveitar para visitar este património...enquanto ainda cá está!!!

São Mais Dualidades!!!
NP

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Viciado. Quem, eu?!

Todos temos os nossos vícios. Uns mais que outros, uns mais problemáticos que outros mas ninguém lhes escapa. Podia parar durante uns minutos e fazer uma lista dos meus mas há alguns que não me apetece partilhar com vocês.
Posso apenas confirmar que um dos meus "pequenos" vícios é mandar SMS’s. O que querem, gosto de teclar nos botõezinhos do aparelho. Mais do que fazer chamadas e dar à língua.

O vício dos telemóveis em geral foi daqueles que mais depressa se alastrou pelos portugueses e por todo o mundo em geral. Toda a gente, pobres ou ricos têm o seu telemóvel. Quanto mais vistoso, melhor.
E depois, muitos de nós não ficámos por aí. Como um único telemóvel não bastava, houve aqueles que precisam de 2 ou 3 aparelhos. Sempre contactáveis e em todas as redes.

Segundo a ANACOM, o total de utilizadores em Portugal do serviço telefónico móvel ascendia no final do ano passado a 15,9 milhões. Ainda segundo a Associação Nacional das Comunicações, cada cliente realiza, em média, 44 chamadas por mês e envia 133 mensagens escritas.

No quarto trimestre do ano passado, os assinantes de serviços móveis realizaram 2 milhões de chamadas e enviaram um total de 6,3 mil milhões de mensagens escritas. Isto dá-nos os números referidos em cima, ou seja, em média, cada utilizador fez 44 chamadas por mês, menos duas do que no trimestre anterior, e enviou 133 SMS.

Eu que me considerava um viciado em SMS’s, depois de ver estes números fiquei bem mais satisfeito por perceber que afinal sou um aprendiz da coisa. Apesar de enviar bastantes fico certamente abaixo desta média nacional.
E se 133 é a média, ponho-me a pensar qual será o número de SMS’s que os recordistas conseguem atingir.
A minha média diária apenas sobe nos dias em que gosto de partilhar os golos do Benfica e os golos dos adversários de outros clubes.

A ANACOM revela ainda que "no quarto trimestre de 2009, o número de assinantes de serviço móvel em Portugal aumentou 2,4% em relação aos três meses anteriores e progrediu 6,5% quando comparado com igual período de 2008, para um total de 15,9 milhões".

Estes números revelam isso mesmo, que existem actualmente muitos utilizadores que possuem mais do que um telemóvel e um cartão. No final do ano passado tínhamos que a taxa de utilização de serviços de telemóvel era de 149,9 por cada 100 habitantes.

Apetece dizer que a crise é bastante geral mas parece que a área das comunicações móveis será daquelas menos afectadas pela falta de liquidez.
Sempre contactável.

JP

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Alentejo

Chamem-me bairrista se quiserem, mas ser alentejano é uma forma muito própria de estar na vida.
Somos uma região única e com imenso potencial, apesar de nem sempre bem tratada pelos sucessivos governos de Lisboa.

As imensas paisagens alentejanas, que se perdem até onde conseguimos alcançar, são de uma beleza muito própria, única, interrompidas por brancas e características aldeias de casas baixas e irregulares, vilas hospitaleiras e solarengas e cidades monumentais com ricos passados históricos, cheias de história mas também de estórias para contar.

O montado, com as suas oliveiras e sobreiros, ditam uma herança agrícola que ainda se mantém viva e emprega muitos por esses concelhos fora.

Muito quente no verão e frio no Inverno, o Alentejo enfrenta o flagelo da falta de água que às vezes se arrasta por anos consecutivos. Felizmente este ano não é o caso. As chuvas contínuas têm garantido caudais suficientes para o abastecimento às populações e também para a actividade agrícola. No Baixo Alentejo a situação parece atenuada com a construção da Barragem do Alqueva, já considerado o maior lago artificial da Europa e com um enorme potencial turístico que traz promessas de futuro para a região.

No Alentejo o tempo parece passar mais devagar, sem qualquer alusão às anedotas que nos associam, apenas existe mais qualidade de vida, mais proximidade entre as pessoas e valoriza-se mais os pequenos detalhes. Arrisco dizer que se vive mais e melhor, apesar das carências estruturais a todos os níveis.

No Alentejo está presente uma vivência de vizinhança e entreajuda. As pessoas cumprimentam-se quando se cruzam quer seja na rua, no supermercado, na pastelaria...costuma dizer-se "o meio é pequeno, todos se conhecem". Sabem-se as histórias de vida, conhece-se a família, criam-se as alcunhas.
Talvez seja negativo o diz-que-disse que muitas vezes se origina, os rumores, os falatórios, mas como em tudo na vida "não há bela sem senão".

As tradições mantém-se vivas, e apesar de cada vez menos populosa, a região continua a atrair os filhos pródigos nas alturas de festa, saudosos do seu canto. Apesar de rumarem ao litoral, e em grande número à dita Grande Lisboa, à procura de oportunidades e de melhores condições de vida, é vê-los de volta assim que chega o Natal, a Páscoa, em alguma ponte mais simbólica ou pura e simplesmente nas festas locais.
É impossível faltar.

Caracteriza-nos a forma de ser, delata-nos a pronúncia mais ou menos acentuada, mas todos reconhecem, regra geral, a simpatia e a generosidade dos alentejanos. As planícies moldam-nos a personalidade.

Sem falar da gastronomia! Têm que concordar que a pobre cozinha de outrora é hoje manjar reconhecido por todos!

E perguntam vocês, a que se deve hoje esta reflexão sobre a vivência alentejana? Muito fácil : o novo anúncio do Pingo Doce.
Ainda não viram? Seguindo a campanha de marketing iniciada o ano passado, desta feita aquela cadeia de supermercados, apresenta o seu mais novo produto: pão com azeitonas e azeite. A envolvência do dito spot remete-nos para o Alentejo e no final, um grupo de alentejanos devidamente "encapotados", canta o refrão da conhecida música e convida os consumidores a dirigir-se ao Pingo Doce.
Único! "Pingo Docí, venha cá!".
E como não há uma sem duas, o que me dizem também do novo spot da Compal? Hilariante!
Compal de Ameixa magistralmente defendido por uma alentejana de raça. Estamos a dominar a publicidade nacional. :-)

Orgulho-me muito de ser alentejano! Mais que uma condição é uma forma de ser e de estar! Não concordam?

São Mais Dualidades!!!
NP

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Oito e Oitenta (#90)

Oito: Vitor Constâncio

Pessoalmente não tenho nada contra o senhor, mas faz-me alguma confusão ver que o Governador do Banco de Portugal, Vitor Constâncio, um dos mais bem pagos do mundo, depois de tanto assunto interno em termos de fiscalização da actividade bancária em Portugal que lhe passou ao lado e em que ele se limitava a responder que "não sabia" ou "não esperava", seja agora "promovido" a Vice-Presidente do Banco Central Europeu.

A parte menos má é que existe uma nova oportunidade de colocar à frente do Banco de Portugal uma pessoa mais "atenta" ao que se passa à sua volta, mas ainda assim causa-me alguma "espécie" ver como as coisas funcionam. Deve depender do tamanho da cunha.


Oitenta: solidariedade nacional

Depois do aviso que foi feito na semana passada para a falta de sangue nos hospitais e para o apelo para que os portugueses fossem dar sangue, com o intuito de repor as reservas mínimas, parece que mais uma vez os portugueses mostraram a sua solidariedade.
Segundo informações do Instituto Português do Sangue, nos últimos dias assistiu-se a um grande volume de pessoas que depois de ouvirem o apelo foram até aos hospitais dar sangue. Uma adesão até superior aquela que seria esperada.
Mostra que quando é preciso os portugueses continuam a manter a solidariedade.

JP

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Foto-reportagem Dualidades no Carnaval de Elvas

Parece que ainda não conseguimos despertar o interesse das televisões nacionais, mas não restam dúvidas que o Carnaval de Elvas atinge níveis qualitativos elevados. A confirmá-lo estão os milhares de visitantes que sábado e domingo encheram as principais artérias do centro histórico elvense, apesar das baixas temperaturas que se fizeram sentir.

Nitidamente um dos principais cartazes turísticos da cidade, no qual deve continuar a haver uma aposta do município.

O Dualidades saiu à rua e apesar de não se ter mascarado, porque não é coisa muito do meu agrado, não deixei de fazer uma foto-reportagem para levar aos que não puderam passar pela terrinha a cor e animação dos corsos que encheram com os seus batuques o coração do burgo.



Boa terça-feira de Carnaval e espero que se divirtam, principalmente os foliões!

São Mais Dualidades!!!
NP

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Brincadeiras e não só

Hoje é um dia bom para alguns e menos bom para outros.
Será um bom dia para aqueles que gostam de Carnaval e já estão em aquecimento para mais um. Será um bom dia também para aqueles que, como eu, tiraram o dia e não estão a trabalhar.
O dia será óptimo para aqueles que conseguirem conciliar as duas coisas. Hoje não estão a trabalhar e estão a fazer o aquecimento para ir "carnavalar".
Eu prefiro dedicar o meu dia a outras coisas.
Será um dia menos bom para aqueles que estejam a trabalhar. E se para amanhã não tiverem tolerância de ponto, pior ainda.

Para além do tema da semana, que é o Carnaval, vou abordar aqui um outro tema e um apelo.
Foi anunciado há dias, pelo Instituto Português do Sangue, que as nossas reservas estão bastante em baixo. Dadas várias circunstâncias, seja pelo mau tempo que se tem feito sentir a não convida a sair de casa até para dar sangue, seja pelo maior consumo que se tem feito sentir, nos últimos tempos a recolha de sangue tem sido consideravelmente inferior ao consumo.
Há alguns hospitais em que as reservas estimadas não darão para mais do que 2 dias.
Por estas razões, o Instituto Português do Sangue fez um apelo que eu passo também aqui. O apelo para que quem posso e esteja disponível vá dar sangue.
Os hospitais irão ter um período alargado para a recolha, tentando assim facilitar a vida a quem tem vontade de dar mas os horários não ajudam.
Fica aqui feito o apelo.

Um bom dia de Carnaval para amanhã.

JP

domingo, 14 de fevereiro de 2010

As escolhas dos Dualidades (#71)

Quis o calendário que este ano o Domingo de Carnaval fosse também o Dia dos Namorados. Motivos para celebrações não faltam com certeza.

Ontem o primeiro corso saiu às ruas de Elvas e foram milhares os figurantes que deram forma ao desfile.

Nota muito positiva para os carros alegóricos e para os agrupamentos da freguesia de Assunção e de Varche.

A temperatura não ajudou, estava muito frio apesar da tarde ensolarada e talvez por isso, alguns agrupamentos se mostrassem menos animados.

Logo mais, o segundo corso vai percorrer o percurso habitual e são esperados outros tantos milhares de visitantes.

Para os que não gostam de mascarar-se, nem do carnaval, o domingo pode também ser passado a dois, aproveitando para assinalar o Dia de São Valentim, por excelência consagrado aos enamorados.

Pelo Dualidades deixamos-vos duas escolhas musicais, a do JP e a minha.

Ouçam, apreciem e votem de acordo com o vosso estado de espírito e gosto pessoal.

Dualidades JP

Dualidades NP

Bom Carnaval para quem é de Carnaval e bom Namoro para quem é de Namoro!!!

São Mais Dualidades!!!
NP

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Sugestão Dual (#12)

Hoje não podiam esperar outra coisa de mim que não fosse esta sugestão "caseira" a puxar a brasa à minha sardinha. Para este fim-de-semana não vos podia sugerir outra coisa que não fosse uma visita a Elvas e ao nosso Carnaval.
Para quem não conhece, recomendo uma visita à nossa cidade e nesta altura com mais o aliciante dos nossos desfiles de Carnaval, pelas ruas da cidade. É uma forma de juntar o útil ao agradável.

Se já consegui pelo menos despertar alguma curiosidade em vocês e neste momento estão indecisos em dar um saltinho a Elvas, o próximo passo é clicarem aqui e consultarem o programa para estes dias de Carnaval.


JP

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

14º Carnaval Internacional de Elvas

Sai hoje à rua o primeiro desfile do 14º Carnaval Internacional de Elvas, mantendo o calendário dos anos anteriores.

Hoje de manhã as crianças do concelho desfilarão pelas ruas do centro histórico, atraindo às principais artérias os familiares e amigos que, munidos de câmaras fotográficas se acotovelam para obter o melhor ângulo dos petizes. Costuma ser muito animado, assim a meteorologia concorde em dar uma ajuda.

Amanhã sábado, a partir das 15horas terá início o primeiro corso, desta feita com a participação de comparsas do Carnaval de Badajoz. Serão milhares os figurantes que irão integrar o desfile que entreterá durante grande parte da tarde os milhares de visitantes que quiserem deslocar-se até ao centro histórico. Não sendo tradicionalmente o dia com maior afluência de público, a moldura humana costuma compor bastante bem as artérias elvenses atraídos pela qualidade que o Carnaval tem vindo a atingir. A verdade é que, a seguir ao São Mateus, o Carnaval é o evento que mais gente atrai até Elvas.

Este ano os Reis do Carnaval serão Inês Ramos e João Maria Carvalho, os dois jovens elvenses que participaram no programa “Uma canção para ti” da TVI. Sem entrar em investimentos desnecessários e astronómicos em figuras públicas, tira-se partido das mais jovens figuras públicas da cidade. Parece-me uma boa escolha!

No domingo sairá à rua o segundo corso, normalmente menos participado de público uma vez que coincide com o desfile de Badajoz, bem como outros que acontecem em simultâneo noutras localidades da região, e para a noite de segunda-feira está anunciado um desfile dos grupos no Coliseu de Elvas, ao que se seguirá um baile.

Terça-feira desfilará pelas ruas do centro histórico o último corso, normalmente registando a maior afluência de público e revelando as melhores e mais animadas coreografias dos diversos grupos. Se a tarde estiver ensolarada, tanto melhor.

Como habitualmente, e apesar do Carnaval elvense apresentar níveis qualitativos muito satisfatórios, o investimento e empenho local não deverá merecer a atenção da comunicação social nacional. As atenções continuarão voltadas para Torres Vedras, Mealhada, Loulé ou Sines.

Deixem-nos andar! A malta por cá vai procurar divertir-se, milhares de visitantes passarão estes dias por Elvas, agitando a restauração local e gerando negócio o que já é bastante bom. Todos os esforços são bem vindos quando se trata de criar oportunidade de negócio ao deprimido comércio elvense.

Desejo a todos um óptimo Carnaval, fazendo votos que se divirtam e aproveitem ao máximo.

Aos elvenses recomendo que vivam de forma participada os vários eventos que vão ter lugar na cidade e aos forasteiros desafio uma vez mais a virem conhecer a hospitalidade local e a beleza patrimonial do burgo.

Não se esqueçam que a vida são dois dias e o Carnaval são três!!!

São Mais Dualidades!!!
NP

Foto do blog Elvas Cidade Viva

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

As estradas da nossa vida

Primeiro foi a CRIL, a Circular Regional Interior de Lisboa, cuja finalização foi anunciada, antes das eleições, para Setembro de 2009 e depois adiada para o início de 2010. O início de 201 já lá vai e até à data nem sinais da abertura do troço que irá ligar a zona de Alfragide até Odivelas, atravessando a Amadora e Benfica.

Agora, e quando digo agora, estende-se de há duas semanas para cá, foi a CREL (Circular Regional Exterior de Lisboa). Certamente toda a gente ouviu a notícia na altura mas a muitos não lhes disse nada.
O deslizamento de terras que ouve junto da CREL e que começou por obstruir uma ou duas faixas mas ainda assim obrigou ao seu corte.
Eu próprio, quando ouvi esta noticia e pelo facto de não ser frequentador da CREL, não dei muita importância. Afinal de contas era alguma terra que tinha entrado nesta auto-estrada e que seria retirada e a coisa ficava por aí.
A verdade é que os dias foram passando e a terra continuava a não parar de cair e o que inicialmente era um ou duas faixas em pouco tempo chegou a toda a auto-estrada. A velocidade com que a terra continuava a avançar era muito superior à velocidade com que conseguiam retira-la de lá.

Assim sendo, passadas estas duas semanas a CREL continua cortada e apesar de não ser frequentador desta auto-estrada, a verdade é que o seu corte afecta todo o resto do trânsito em Lisboa.
Os veículos que todos os dias a usavam foram obrigados a encontrar alternativas e o resultado está à vista. Quem usava a CREL para ir da zona Oeste de Lisboa para a zona Norte e vice-versa, sem passar por Lisboa, neste momento é obrigado a entrar em Lisboa.
Certamente que a maioria deles terá de usar o IC19 e a Segunda Circular, atrofiando ainda mais estas vias.

Se o trânsito em condições normais já não era agradável, de há duas semanas para cá tem-se tornado insuportável. Trajectos que se faziam relativamente bem, neste momento estão congestionados e as horas de congestionamento alargadas. Começam mais cedo e acabam mais tarde.

Sobre a CREL, as únicas noticias que nos chegam é as discussões que se levantam sobre se deve haver indemnizações, a quem e quem as deve pagar. O costume.
Quanto à reabertura desta via, nada de nada. O costume.

JP